sábado, 14 de maio de 2016

A TRÁGICA " ERA PT" ILUSTRADA POR NÚMEROS

Peguei esse texto do Vinicius Costa no Facebook.  Bom, vamos aos números:

1) FOME : O Brasil reduziu em 82,1% o número pessoas subalimentadas no período de 2002 a 2014. A queda é a maior registrada entre as seis nações mais populosas do mundo, e também é superior a média da América Latina, que foi de 43,1%. O Brasil saiu do Mapa da Fome.

2) EDUCAÇÃO : O número de matrículas no ensino superior dobrou com Lula e Dilma; passou de 3,5 milhões em 2002 para mais de 7 milhões em 2015. O número de Mestres e Doutores, assim como de cursos de pós graduação , também mais do que dobraram.

3) PIB: no fim do governo FHC o Brasil figurava como a 13° maior economia do Mundo . Em 2011, sob o comando da (ex) Presidente Dilma chegamos a ser a 6° maior economia do Mundo , à frente de países como a Inglaterra. Hoje, após o período de crise e da forte desvalorização cambial, somos a 9° economia do Mundo. O PT pegou o país em 13° e entregou em 9°

4) DESIGUALDADE : segundo o índice de Gini, a desigualdade despencou na era PT. O coeficiente Gini, segundo o Banco Mundial, passou de 58,6, em 2002, para atuais 52,9 - Nesse índice , quanto mais perto de 0, "mais igual" é o país. A ONU e a maioria dos economistas justificam que o importante avanço em termos de diminuição da desigualdade social se deu por conta das políticas de valorização do salário mínimo real e da expansão de programas como o bolsa família.

5) IDH - Índice de Desenvolvimento Humano - dados da ONU : passou de um ridículo índice de 0,649 em 2002 (algo próximo do IDH do Iraque e mais baixo que o IDH da Jamaica ) para os razoáveis 0,755 atuais

Acréscimo meu: num país de dimensões continentais como o nosso, não temos noção de quantas pessoas nos mais distantes rincões e mesmo nas metrópoles deixaram de ser miseráveis em sentido abrangente.

domingo, 1 de maio de 2016

Trabalhadores do mundo, uni-vos!

A frase do manifesto comunista escrito oor Karl Marx é o que me vem à mente no dia de hoje: é dia do trabalhador, e não do trabalho como se confunde por aí.
Dia da classe que vende a sua força de trabalho para um sistema que também quer sua alma.  Trabalhadores que se privam mais ainda do que poderiam ter para criar seus filhos.
E é em nome desses trabalhadores pais e futuros trabalhadores filhos que a esquerda brasileira não tem o direito de fazer discurso da derrota. Já temos a mídia manipulada e paga para isso.
Por conta dos acontecimentos hediondos da esfera política brasileira, estamos amedrontados. Mas não há derrota. Há luta. "Nada a fazer, senão esquecer o medo".
Os milhões de trabalhadores que hoje são lembrados nesse primeiro de maio não precisam de medo ou derrota. Esse discurso de fim da linha para a esquerda no Brasil é plantado por essa "mídia nojo" e não pode dar frutos. Os que precisam do Bolsa Família, Prouni, Pronatec, incentivo de agricultura familar e políticas afirmativas não merecem que a esquerda que se autoproclama intelectualizada recue nesse momento. Não temos o direito de tirar dessas pessoas a crença num Brasil pelo que valha a pena lutar. O discurso do fim da história da esquerda brasileira, repito, é uma mentira. E não é retrocedendo no qie se acreditou até aqui que faremos algo de concreto pelo país.
Mesmo com a imundície que os poderes Legislativo e Judiciário estão produzindo, não conseguiram encontrar crime na governante maior. Estão precisando fabricar fatos junto com a mídia para instalar de vez sua quadrilha no poder. Mas a esquerda tem que e vai ser a pedra no sapato dessa gente.  Porque os trabalhadores não precisam que lhe sejam extorquida a humanidade.
A presidente foi criticada por que não se vitimizou diante do mundo na fala na ONU. Alguém ainda em sua ingenuidade  pensou que a "mulher-sem-marido-nas-costas-que-foi-torturada-e-chegou-à-presidência" ia fazer a coitada? Não né. Nunca fui fã da pessoa, mas também nunca me pareceu ser esse seu perfil. Os trabalhadores precisam de alguém que lute, não de vítimas na esfera politic e administrativa do país.
Então, de uma vez por todas, a esquerda precisa levantar, sacudir a poeira e partir pras próximas batalhas, porque vem chumbo grosso por aí. Teremos que lutar dez vezes mais pela Educação, seja de base ou Universitária, pela Saúde, pelos direitos trabalhistas mais fundamentais com o direito à férias, por exemplo, pelas políticas de Estado que foram conquistas dessas classes que realmente produzem e fazem a roda da economia andar. Não é o sistema financeiro que salva um país de uma crise. Ainda mais com a classe política em dobradinha com o setor privado fazendo a vergonha mundial de jogar o país no buraco.
Esta na hora de lutar. Com todas as forças. Contra todas as probabilidades. Porque pra trabalhador nada vem fácil. Ele não tem tempo de sair batendo panela porque precisa trabalhar pra colocar comida nela.
A saída para um país como o Brasil deve ser sempre pela justiça social, conquista e manutenção de direitos. Porque meritocracia é uma das mentiras mais bem fabricadas pelo sistema. Não há meritocracia com ausência de direitos.
Chega de discurso de fim da esquerda brasileira e bora pra luta. Estamos apenas começando.