terça-feira, 25 de novembro de 2014

Você tem medo de quê?

O intuito aqui não especificamente falar do transtorno do pânico, embora seja coerente fazê-lo.

Ohhhh o que é isso?

Uma doença que deixa a pessoa com ansiedade fora do limite normal suportado pelo corpo que gera crises de várias coisas que podem vir separadas ou juntas: desmaio ou sensação de, vontade de vomitar, falta de ar, suor excessivo, ondas de calor, dor de barriga, sensação de choque pelo corpo, e de morte iminente. O ataque dura cerca de 45 min, tem seu auge nos 10 ou 15, e a descarga de adrenalina desordenada vai baixando. Depois dá um cansaço de quem correu uma maratona.

Enfim.

Nem todo medo é patológico. O medo faz parte de se sentir vivo.

Temos medo de quase tudo, cada um com suas particularidades. De escuro, de dormir sozinho, de não ser amado. Esse medo todos temos.
Temos medo de não agradar, de ser rejeitados, de levar um fora do ser amado, de imaginar como nossos filhos viverão nesse mundo que beira o colapso.

Medo é relativamente normal. Só precisamos ter cuidado com o que ele pode se transformar. Por um lado, o transtorno de ansiedade que redunda num pânico é péssimo; por outro, mascarar nosso medo pode nos levar a ser mascarados no sentido lato: pessoas opacas, que não se mostram. E mais: podemos ficar arrogantes porque queremos a todo custo esconder um medo atroz da vida, podemos ficar mesquinhos diante da vitória de uma amigo numa coisa que fracassamos. O medo pode nos deixar com o caráter distorcido. Podemos colocar o rótulo de preguiçoso em alguém que tem medo de mudanças. Podemos rotular de promíscuo alguém que tem medo de ter um relacionamento sério e se machucar muito e fica "pulando de galho em galho". Podemos rotular de chata a nossa mãe que tem medo que a gente sofra na vida.

O medo se traveste de várias coisas. Normalmente de cunho negativo, pois ele é um sentimento dessa natureza. Mas como ter medo na medida certa, se é que isso é algo possível?

O medo necessário é aquele que te permite avaliar e seguir em frente. E ver os contras das situações mas achar os prós mais valiosos. O medo na medida certa é aquele que te impede de magoar alguém, de pisar no colega de trabalho, de aceitar suborno seja que natureza for, de se aproveitar de uma situação hierárquica em proveito próprio. O medo é bom. Quando ele nos paralisa para caminhar na vida é que se torna um sinal de que ele está numa medida a mais do que deveria. E é contra isso que devemos lutar.

Porque viver dá medo mesmo. Ter filho dá medo. Ter sucesso da medo. Casar dá medo. Separar dá medo. Pedir demissão dá medo. Sair da casa dos pais dá medo. Voltar pra casa deles também dá. Viajar a trabalho dá medo. Mudar de país dá medo.

Nascer é a primeira sensação de medo do ser humano. Mas é esse ato que os põe na cena da vida.

E você, tem medo de quê?

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Desapego da expectativa!

No mundo de hohe estamis todos extremamente ansiosos. Temos dificuldades em viver o presente. A mente insiste em dar um pulinho ali no futuro a cada meia hora. Haja nervos.
Ou seja: qualquer plano, desde a viagem de um filho até o cineminha do fim de semana gera comichões, coceiras, azias e afins. Não é fácil. É bom qua do se passa ter mais consciência desses saltos emocionais e se tenta manter o espirito no aqui. No agora. E não é fácil. Mas é algo que se pode aprender.
Ansiosos assumidos  odeiam esperar. Haja coração.
O fato é que fica-se ansioso por tudo. Uma gana de não perder as coisas que podem acontecer. A mente num estado de alerta insuportável, até pro corpo. Uma gastrite que dura 30 anos que o diga, pois o corpo é o foco da ansiedade histérica. Para ter saúde emocional é necessário tentar se desapegar de tanta expectativa. Afinal vamos acabar com a fome no mundo com essa sangria desatada?
Com um processo intenso de análise pode-se ter um pouco mais de sucesso. No sentido analítico a gente vai aprendendo que se pode fazer mais de um plano pras coisas da vida pra não obrecarregarem porque achamos que só temos uma opção. Porque na verdade temos várias. Se uma coisa não deu, outra dará. Se essa outra furar, encontra-se outra. Movidos pelo desejo que nos causa, vamos deslocando nossos objetos desse próprio desejo. Uns planos podem dar certo, outros ficam engavetados, outros esperando decisões  e comprometimento envolvidos. Faz parte de nossa escolha decidir se não vamos mais ficar à beira de um ataque de nervos enquanto as cobras nao acontecem. Mesmo porque pode-se ler um bom livro nesse meio tempo.
"Deixemos de coisa" e cuidemos de não ser arrastados sem ter visto a vida.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Ai meu coraçãoooooooo!!!

Gente, ontem foi um acontecimento na minha vida. Um dia de tanta emoção que parece que não caiu a ficha até agora.
Ainda não chorei, não gritei de alegria. Estou com medo de mim.
Aos amigos do facebook esse post será meio repetitivo, mas aqui eu gosto de escrever mais.
Acordei com meu marido chorando que nem criança, soluçando. Imaginaram um mamute fazendo tal coisa? Pois é. Realiza o ser de 2x2, só de underwear ( termo mais chique pra não expor mais a criatura) vindo na sua direção, vc tendo acabado de abrir os olhos e ainda deitada na cama. Foi essa a cena.
Morreu alguém? Ganhamos na Mega-Sena sem jogar?
Não. Saiu a sentença da adoção da minha Inessa, que agora depois de 5 anos de processo passa a se chamar Inessa Cristina de Carvalho Viegas. Nome de vilã de novela mexicana. Amei.
Eu só consegui abraçar meu mamute e consolá-lo, pois pensei que ele ia ter um troço. Sou uma pessoa que faz análise há uma década, por isso sou menos descompensada que ele, coitado, que só conta com o horóscopo diario.
Mas sei que senti uma onda de adrenalina me invadindo igual nas crises de pânico, mas que dessa vez não ativou a parte ruim da coisa. Uma emoção enorrrmeeeee. Alegria que não sei descrever, pois foi uma espera longa, e semana passada eu disse: "Deus, eu tô exausta com essa espera".
Marido ficou cerca de 3 horas chorando e rindo. Não falei que era descompensado? E eu de olho, porque se desse um surto eu já tinha todo o plano de amarrar e levar pro médico, com um rivotril embaixo da língua. Dele, claro.
Ficamos extasiados, felizes. Ligamos pra família, avisamos aos amigos, todos se alegraram com a gente. Ele no meio do choro quis fazer churrasco. Aceitei porque senão podia levar uma facada, sei lá. A pessoa tava surtada.
Passadas algumas horas meu irmão me liga dizendo que eu tinha sido aprovada nas duas provas escritas para o doutorado. Eu ia na universidade pra ver o resultado. Idiota. Esqueci que se vê essas coisas pela internet. Ainda bem que tenho nerd na família.
Passei pra entrevista, que é a última etapa na semana que vem.
Aí eu pergunto. Pra que fui arrumar essa joça? Agora tô me cagando.
De fralda geriátrica ou não, o fato é que a noite foi uma festa, o tal churras com os amigos foi uma delîcia, e chamar minha neguinha de Inessa Cristina pela primeira vez não tem preço. Ela ficou muito 'selizzz' (sim, ela troca letras, afinal tem 5 anos) por ter o nome da mamãe. E eu num orgulho chamando por nome composto que sempre odiei. Pagando a língua.
E eu tô aqui. Sem chorar ainda. Não é de dar um ódio isso?
É isso.
Tão feliz, tão feliz. Tão felizzzzzzzzzzz.
Bjocas
Fui!


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Seja uma mãe ruim, por favor!!!

Não gosto muito de passo-a-passo ou receitas ou coisas sistematizadas para todo mundo já que cada ser é único. Mas achei esse muito legal  texto sobre a complicada maternidade nos dias atuais pra fazer a gente refletir. De Megan Wallgreen.

Aqui estão 12 maneiras de ser a pior mãe do mundo

1. Faça seus filhos irem para a cama a uma hora razoável

Será que existe alguém que não tenha ouvido o quão importante uma boa noite de sono é para o sucesso de uma criança? Faça seu papel de mãe e coloque seu filho na cama. Ninguém nunca disse que a criança tinha que querer ir para a cama. Eles podem brigar no início, mas com persistência, eles aprenderão que você está falando sério. E depois é só aproveitar para ter um tempo só seu ou para o casal.

2. Não dê a seus filhos sobremesa todos os dias

Doces devem ser guardados para ocasiões especiais. Isso é o que os deixa mais gostosos. Se você ceder às exigências de seu filho de ter doces o tempo todo, ele não vai apreciar o gesto quando alguém lhe oferecer um doce como recompensa ou presente. Além disso, imagine quanto isso pode custar caro quando o levar ao dentista e ao médico.

3. Faça-o pagar por suas próprias coisas

Se você quer algo, você tem que pagar por aquilo. É assim que funciona a vida adulta. Para conseguir tirar seus filhos do porão no futuro você precisa ensiná-los agora que eletrônicos, filmes, videogames, esportes e acampamentos que eles gostam têm um preço. Se eles tiverem que pagar tudo ou pelo menos parte do preço eles irão apreciar mais. Você também pode evitar pagar por algo que seu filho queira somente até conseguir aquilo. Se ele não está disposto a ajudar a pagar pelo menos metade, ele provavelmente não queira aquilo tanto assim.

4. Não mexa os pauzinhos

Alguns jovens têm dificuldade quando começam a trabalhar e percebem que as regras também se aplicam a eles. Eles precisam chegar no horário e fazer o que o chefe mandar. E (ai, ai!) parte do trabalho eles nem gostam de fazer. Se você não gosta do professor do seu filho, do seu parceiro de ciências, sua posição no campo de futebol ou no ponto de ônibus evite a tentação de mexer os pauzinhos para que seu filho consiga as coisas do jeito que ele preferir. Você está roubando a chance do seu filho de tirar o melhor e aprender com a situação. Lidar com uma situação menos que ideal é algo que ele terá que fazer o tempo todo na vida adulta. Se a criança nunca aprender a lidar com isso, você a está levando ao fracasso.

5. Faça-o fazer coisas difíceis

Não interfira automaticamente e tome conta quando as coisas se tornarem difíceis. Nada dá a seus filhos um melhor impulso de confiança do que não fugir do problema e realizar algo difícil por eles mesmos.

6. Dê um relógio e um despertador

Seu filho estará melhor se aprender as responsabilidades de controlar seu próprio tempo. Você não estará sempre lá para pedir pra ele desligar a TV e ir para seus compromissos.

7. Não compre sempre o melhor e o mais recente

Ensine seus filhos a terem gratidão e satisfação pelo que eles têm. Estar sempre preocupado com o próximo grande lançamento e quem já o tem vai levá-los a uma vida de dívidas e infelicidade.

8. Deixe-o experienciar a perda

Se seu filho quebrar um brinquedo, não compre um novo para substituí-lo. Ele vai aprender uma valiosa lição sobre cuidar de suas coisas. Se seu filho esquecer de entregar uma tarefa na escola, deixe-o ficar com uma nota mais baixa ou faça-o ir conversar por si mesmo com a professora sobre conseguir crédito extra. Você estará ensinando responsabilidade - quem não quer filhos responsáveis? Eles podem ajudá-la a se lembrar de todas as coisas que você se esquece de fazer.

9. Controle a mídia

Se todos os outros pais deixassem seus filhos pularem de uma ponte você também deixaria? Não deixe seu filho assistir a um filme ou jogar um videogame que seja inapropriado para crianças só porque as outras crianças o fizeram. Se você defender e lutar por manter a educação decente de seus filhos outros podem seguir suas ações. Crie uma pressão positiva.

10. Faça-o se desculpar

Se seu filho fizer algo errado, faça-o confessar e enfrentar as consequências. Não varra a grosseria, bullying, ou desonestidade pra debaixo do tapete. Se você errar, dê o exemplo e encare as consequências de seu erro.

11. Importe-se com suas maneiras

Até mesmo crianças pequenas podem aprender as noções básicas de como tratar outro ser humano com respeito e dignidade. Ao fazer da boa educação um hábito você estará fazendo a seus filhos um grande favor. Boas maneiras é o caminho certo para conseguir o que você quer. "Você pega mais moscas com mel do que com vinagre."

12. Faça-o trabalhar - de graça

Seja ajudando a avó no jardim ou voluntariando-se para ser tutor de crianças mais novas, faça o serviço parte da vida de seus filhos. Isso os ensina a olhar além de si mesmos e ver que outras pessoas também têm necessidades e problemas - às vezes maior do que sua própria.

Com todo o tempo que você passar sendo má, não se esqueça de elogiar e recompensar seu filho por comportamento excepcional. E sempre se certifique que eles saibam que você os ama. Com um pouco de sorte, seus filhos podem virar o jogo e fazer sua geração conhecida por sua espera

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Mãe profissional

Este post pode desinteressar. Fique à vontade. Aqui é minha opinião e ninguém é obrigado a concordar com ela. Vou falar do que ser mãe foi e é pra mim.
Desde que me tornei mãe essa função tomou conta da minha vida.
Não pude delegar a criação de meus filhos a terceiros, e digo que sofri uns anos com isso. Verdade. Eu me sentia presa e irrealizada.
Meus filhos foram educados por mim. Nunca achei que a escola tivesse essa obrigação. Meu marido viajava muito a trabalho e ai era eu e eu mesma.
Me lembro de nas tempestades onde faltava luz algumas vezes os coloquei sentados na janela da sala pra varanda pra ver as explosões, raios e trovões. "Mamãe, agora vem o barulhão!" . "E depois vem a luzona, filho...olha...brummmm". Me cagando de medo. Marido não ia chegar. Mas eu sentia que eles precisavam se sentir seguros, meus dois bebês.
Perdi a conta das noites sem dormir, das festinhas chatas na escola, das apresentações de fim de ano todas iguais. Eu odiava cada uma delas. Sempre fui muito tímida e detestava essas ocasiões que eu era obrigada a socializar.
Enfim. Nem sempre gostei de ser mãe. A gente não tem individualidade. Vira mãe. Mas estive presente em cada passinho, em cada febre, em todas as idas ao hospital. E isso fez tudo valer a pena.
Durante 20 anos fiz parte do clube mães em tempo integral. E isso me fez ter alguma experiência que hoje posso passar pras amigas mais jovens com filhos pequenos.
Já perdi casamento porque fui toda vomitada na porta de casa, me enfureci e não saí. Já virei bicho em reunião de escola quando um dos dois estava passando por algo que era obrigação da escola se posicionar, como bullying, que é a palavra da moda.
Já briguei com sogra por causa de filho. Já briguei com minha mãe e disse "não se mete que neles mando eu". Já fiquei com ódio de marido por bater neles, só quem podia bater era eu. Coisas de mãe.
Minha vida profissional de fato começou em 2009, dei mais uma parada quando tive a terceira filha, e retornei para fazer mestrado em 2011. Descobri  minha vocação tardiamente.. Corri atrás de um tempo que achei que tava perdido, mas entendi que tudo acontece na hora certa. Eu não teria a maturidade necessária pra exercer a profissão que escolhi, e que hoje me deixa livre pra fazer meu horário. Tá certo que não vou ficar rica. Não se pode ter tudo né.
Nesse turbilhão, consegui concluir meu mestrado e passei pro doutorado (este post foi atualizado em 8/8/2015), pois estudar é o que me move. Meu intelecto precisa de oxigênio dos livros todos os dias. Quando eu leio volto a respirar.
Pra que eu escrevi isso? Sei lá. Talvez pra dizer pra mim mesma que a maternidade, apesar de toda a dor que é, também é uma delícia. O orgulho de ouvir "seus filhos são tão educados" é todo meu. A cada palmada (hoje não pode mais, né...mas que funcionou, funcionou mesmo), a cada dever de casa sofrido, a cada remédio pra dor de barriga, a cada dia que passou nessa nossa jornada de 20 e poucos anos eu me tornei quem sou hoje. E acho que me tornei alguém melhor e devolvo ao mundo pessoas que conseguem enxergar a necessidade do próximo e ter empatia e solidariedade. Quer prêmio maior que este?

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Você se veste de escravidão?

Ando muito preocupada com essa coisa do trabalho escravo ou análogo na indústria de roupas. Como toda mulher, gosto de comprar roupas, sapatos, acessórios. Mas essa questão tem me incomodado muito.
Ontem mesmo falava com marido no carro que estou com vontade de subir a serra e passar a comprar minhas roupas em Petrópolis, onde tem a rua Teresa, um dos maiores polos de moda aqui do leste fluminense. Pesquiso muito sobre esse assunto é já deixei de comprar na Zara, agora soube da Marisa que vou cortar da lista. O que me impressiona é que grifes caríssimas se utilizam dessa barbárie pra funcionar. E ficamos cegos nesse impulso consumista, compramos tudo da China. Fiz uma única compra no Ali Express pra nunca mais. Mas a gente vai ficando espremido sem saber o que fazer, ainda mais que eu sou plus SIZE e aí as opções são mais raras ainda.
Procuro acompanhar as notícias sobre o assunto e ver se alguma loja em que compro tem alguma denúncia a esse respeito. Não posso abarcar toda a indústria, óbvio, mas à medida que fico sabendo vou cortando da lista. Tenho procurado olhar as etiquetas pra ver onde é fabricado. Se é na China ou na Índia penso mil vezes e acabo não levando porque sei o regime que eles usam lá. Mas só posso trabalhar com o que sei né. Mesmo porque em Sampa e mesmo no subúrbio do Rio de Janeiro ocorre isso tb. Péssimas condições, encarceramento de mulheres e crianças. O fato é que a escravidão nunca acabou. E a gente acha até natural. Mas não devemos achar natural o nosso semelhante ser tratado pior do que um animal. Deixo registrado aqui que sou CONTRA OS MAUS TRATOS A ANIMAIS TB.
O fato é que não sei se vc pensa nisso. Talvez seja uma questão minha, mas penso que posso dividi-la no sentido de lançar um farol no assunto. E também não sei se todas as confecções da rua Teresa estão longe do trabalho escravo ou análogo a ele. Ser consciente da um trabalho, mas acho que continua ia valendo a pena.
Tenho andado com vontade de voltar à velha e boa costureira. O que se tornou um serviço de luxo, pois teve que se adaptar à grande indústria, e pra ganhar algo que valha não pode cobrar baratinho. Baratinho tem na C&A, na Leader, na Renner. Aliás, nem baratinho é. Mas pra quem tá na linha de produção não tem como concorrer com uma camiseta que custa 1 real e é vendida a 20, por exemplo. A situação fica difícil.
Bom, tenho me preocupado com isso. Com esse mundo que anda cada vez mais louco. Com a naturalização da violência e a banalização da exploração e do ódio. Tentando fazer a minha parte.