segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

ANO NOVO...DE NOVO

Bom, o ano oficialmente começa, como disse Mila em seu post. Nossa engrenagem biológico-emocional vai lentamente pegando ritmo, até me vem a mente a imagem de uma grande locomotiva, que vai aos poucos mas chega a uma boa velocidade e permanece nela por um bom tempo até sua próxima parada.
Ainda estamos envolvidos com "balanços" de toda ordem do ano anterior, começando nossa faxina interior, pois uma baguncinha emocional se faz absolutamente necessária pra reorganizar os pensamentos...rs...é verdade...alguém vai arrumar o que ão bagunçou?
Começa o ano com a triste notícia do Peanut, cãozinho de Lu e suas irmãs que passou para uma outra esfera hj. Também passei por isso e sei como é triste, e o que nos consola são as lembranças das boas bagunças que fizemos com esses nossos companheirinhos de plantão. LU, a dor vai diminuir, como tempo...
Eu estou numa fase de incertezas e possibilidades profissionais. Depois de Inessa minha vida deu uma girada e ainda tô me localizando..rs...
Filho mais velho na faculdade, o do meio a caminho e a baby necessitando de atenção especial...ufa!
Marido já se etressando no primeiro dia útil do ano e me ligando pra falar...faz parte. Dia abafado, parece que vai cair um temporal.
Ontem foi niver de mommy e fizemos uma lasanha no jantar pra ela, que tava meio jururu (ela é jururu por natureza...rs). Ela disse que gostou...queria ter feito uma festinha, mas não rolou. Fica pra próxima. Aqui não precisa ser aniversário pra se reunir gente boa e papear até cansar...rs
No mais, a segundinha corre na sua naturalidade...so far so good.

2 comentários:

Lucia Cintra disse...

Obrigado pela forca, Cris. Estou um pc melhor. Apesar da grande perda, pensar nele me coloca um sorriso no rosto e nao consigo parar de ver suas fotos. Tenho lembrancas maravilhosas desse doce cao-cao.

A vida continua e com isso meus planos. Nao posso desandar, nem sair do caminho, por isso continuo focando nisso apesar dos pesares. Mas vou sentir falta das orelhinhas pra tras e o rabinho encaracolado balancando ao saber que cheguei pra visita-lo (pois ele ja era ceguinho e reconhecia minha voz e meu cheiro). bjos

Crica disse...

Eu sei a saudade que dá, pode ter certeza, Lu