segunda-feira, 28 de abril de 2008

PIECES OF ME...





ADOROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

SAUDADES SAUDADES SAUDADES...RSRSRS

Gente?!?!?!?!?!
Meu último puinho aqui foi dia 11/04?!?!??
Como assimmmmmmmmmmmmm?????
Sorry, fans...rs
Tenho andado na internet sim, mas tô catalogando todo meu brechó pra colocar no site e isso tem me tirado muito do tempo pra me divertir aqui...
É um trabalho hiiiiper chato, mas faz parte do negócio, não tem muito jeito...
o Legal é que minhas vendas on line estão começando, pelo orkut estão aquecendo os motores...rsrs...pelo flickr, enfim, e ainda estou com outras frentes de trabalho pra entrar via net...vamos ver o que rola...
Estou pra participar de um Bazar na Lapa pro dia das mães e espero que aconteça que seja muuiiito bom, tanto no sentido de conhecer gente como de ganhar um dinheirim...rs...
Além disso, tenho bordado almofadas lindasssssssssss de chita pra minha lojinha, estou com muitas decoupáges pra finalizar, cheiaaaaa de trabalhooooooooooo...mas eu amo amo amo...
Mila, mais que querida, veio aqui na Casa da Crica e "fez uma roça" como diz minha vozinha Bia...rs...ela ficou simplesmente lindaaaaaaaaaaaaa com um vestido preto de estampa de cashmere que comprou aqui, umas sainhas românticas, blusinhas retrô, bem mulherzinha...rsrs...eu amo essse estilo...rsrs...tenho andado muito romântica pra me vestir, muitas flores no cabelo, estampas florais miúdas, vestidos esvoaçantes, sandalinhas , sapatilhas, ai ai....
Bom, tenho andado pelos blogs, e tenho comentado na medida do possível...rsrs
Amo amo amo todos vocês!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

DRUNKOREXIA



Já ouviu falar nas meninas que abusam das bebidas alcoólicas e privam-se de qualquer tipo de comida? Conheça o assustador mundo das drunkoréxicas

Por Sarah Kershaw, do New York Times*

Manorexia. Ortorexia. Diabulimia. Transtorno da compulsão alimentar periódica. Todas as palavras acima são variações dos chamados transtornos alimentares da anorexia e bulimia, e têm pipocado em blogs, na televisão e em artigos de jornais. Agora, o mais novo termo a entrar para essa perigosa lista é a "drunkorexia", expressão criada para designar uma mistura de comportamentos conflitantes: o jejum forçado ou a alimentação exagerada seguida de vômito associados ao consumo abusivo do álcool. Do inglês, drunkorexia é a junção das palavras drunk, que significa bêbado, e anorexia, que é a falta ou perda do apetite em níveis extremos. Em uma adaptação livre para o português, seria algo como bebadorexia ou alcoolorexia. Terapeutas e pesquisadores estão buscando novas formas de tratamento e tentando entender o que motiva as pessoas a agir dessa maneira. Enquanto isso, parece que o glamour e o sofrimento dos famosos as inspira cada vez mais.
Apesar de não ser um termo médico oficial, a drunkorexia sugere um fenômeno envolvendo dependência alcoólica e transtorno alimentar. Ela ocorre principalmente entre mulheres jovens, que bebem excessivamente e não comem o dia todo para compensar as calorias ganhas com o álcool.
Os anoréxicos, por restringir a ingestão de calorias, costumam evitar o álcool. Mas há aqueles que bebem para manter a calma antes de comer ou aliviar a ansiedade depois de exagerar na refeição. Outros enxergam nos drinks sua única forma de sustento alimentar. "Existem mulheres que temem colocar uma uva na boca, mas que não vêem problema em beber cerveja", afirma Douglas Bunnell, diretor do ambulatório do Renfrew Center, na Filadélfia, Estados Unidos. O Renfrew Center é um dos poucos lugares que oferecem tratamento tanto para os que abusam das substâncias químicas como para os que sofrem de distúrbios alimentares.
Bunnell, ex-presidente da Associação Nacional de Transtornos Alimentares, afirma que parte do problema está na obsessão das mulheres em ter um corpo esbelto e na aceitação social de beber ou usar drogas, fatores que se potencializam quando associados ao conceito de que entrar para um grupo de reabilitação é quase um privilégio, coisa chique. "Excesso de álcool virou algo bacana e descolado, e perder peso e ficar magra é um imperativo cultural para as jovens nos Estados Unidos", diz ele.
Psicólogos afirmam que esses distúrbios estão ligados à necessidade de amenizar dores emocionais através do consumo de substâncias químicas ou da ansiedade provocada pelo comer excessivo e a eliminação forçada.
Judy van De Veen, de 36 anos, vive na cidade de Gillette, em Nova Jersey, e é anoréxica desde os 24. Ela lembra que passou fome durante dois meses, comendo pequenas quantidades de comida de baixa caloria. Depois começou a devorar pizzas inteiras, caixas de cereal e muita fast food para forçar o vômito em seguida. Tinha dias em que gastava cerca de 80 dólares em refeições.
Gente, a humanidade está louca de pedra como se diz por aqui...
My God!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

NO STRESS...RSRSSRSR


Fazer faxina por apenas 20 minutos seguidos por semana pode trazer benefícios para a saúde mental, sugere um estudo publicado nesta quinta-feira na revista científica British Journal of Sports Medicine. O objetivo dos pesquisadores da University College, em Londres, era estabelecer quais atividades físicas traziam mais benefícios para a saúde mental e quantificar o tempo necessário para que os exercícios tivessem impacto psicológico. Os resultados indicam que são necessários 20 minutos seguidos de exercício – o suficiente para deixar a pessoa ofegante – para que a atividade física provoque uma "melhora no humor" e diminua o estresse. A equipe de pesquisadores estabeleceu ainda que as atividades mais apropriadas seriam a faxina, a jardinagem, a caminhada e a prática de esportes.


Resultados

Para chegar aos resultados, a equipe perguntou a 20 mil pessoas quanto tempo e que tipo de exercícios praticavam semanalmente, além de questões sobre o estado de saúde mental. Dos voluntários, 16% (3,2 mil) sofriam de algum tipo de estresse ou ansiedade. De acordo com o estudo, os praticantes de esportes reduziam os riscos de estresse em cerca de 30%, enquanto a caminhada e as atividades domésticas como faxina e jardinagem contribuem para uma redução de 20%. "Muitos estudos sugerem o benefício da prática de exercícios na saúde mental, mas pela primeira vez conseguimos quantificar o tempo necessário para que a atividade faça diferença", disse Mark Hamer, que liderou o estudo. "No entanto, é uma questão como a do o ovo e a galinha, já que a maioria das pessoas que sofrem de estresse ou ansiedade são menos propensas a praticar exercícios físicos", explicou. Apesar dos resultados, a equipe afirma que o próximo passo da pesquisa será descobrir quais os mecanismos que influem na relação entre a atividade física e a saúde mental. Segundo a ONG Sane, que trabalha com saúde mental, as razões do estresse são geralmente pouco compreendidas e em casos mais sérios, as pessoas precisam procurar ajuda profissional. No entanto, o porta-voz da organização, Richard Colwill, afirmou que os resultados do estudo podem contribuir para uma melhora nas pessoas que sofrem de problemas de saúde mental. "A pesquisa oferece esperança de que pequenas mudanças no estilo de vida podem contribuir para o bem-estar psicológico", disse Colwill. "O cérebro é um órgão tão 'físico' quanto o coração ou os pulmões. Por isso, não deve ser uma surpresa que pequenas quantidades de exercícios regulares podem contribuir para uma redução nos problemas psicológicos", concluiu.

Por isso me senti "tão leve"ontem...caí na faxina no brechó...hahahahhaahahahahahahahah

quarta-feira, 9 de abril de 2008

A COISA TÁ BRABA POR AQUI...DENGUE

Nos primeiros cem dias de 2008, 68 foi o número de mortos por dengue só no estado do Rio. Os casos passaram de 57 mil. Oitenta foi o número de dias que o governo do Rio levou pra reconhecer que a população enfrentava uma epidemia (a Prefeitura ainda trata a doença como um surto localizado). E 13 foram os fins de semana que se passaram até que a Prefeitura do Rio levou pra abrir postos sábado e domingo, após determinação da Justiça.


O alcance da doença agora atingiu as faculdades de medicina, que pretendem repensar a maneira como seus alunos podem enfrentar essa nova geração de mosquitos e as que estão por vir. “A epidemia de 1986 despertou a inclusão da dengue no currículo médico. Isso antes não era dado, era uma doença considerada exótica. Agora, com essa nova realidade em que as crianças são as principais vítimas, há de se aperfeiçoar a formação de futuros pediatras”, afirma Roberto Medronho, chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que estuda ceder 60 alunos do último ano de medicina para atuar no combate à dengue no estado.


Desafio também para professores
Para o professor Marcos Olivier Dalston, do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Universidade Federal Fluminense (UFF), a doença vem se tornando um desafio não só para alunos, mas também aos professores. “Desde 1995, a doença vem mudando o perfil de apresentação. É coisa nova para os médicos de um modo geral. Essa epidemia está ocorrendo muito em crianças, coisa que não se via antes, assim como hepatite causada pelo vírus da dengue e infecções por sorotipos diferentes”, explica Dalston.

Em um caso no Hospital da Posse, na Baixada Fluminense, por exemplo, o vírus foi tão agressivo que provocou ma ruptura no baço do pedreiro Joselino Gonçalves, de 31 anos. Outro efeito antes desconhecido é a contaminação de bebês ainda na barriga da mãe. Nesta semana, a Secretaria estadual de Saúde confirmou o primeiro caso de morte de uma grávida e de seu feto por dengue. Outro bebê, também infectado durante a gestação, sobreviveu.


Divulgação/ Hospital Universitário Pedro Ernesto
No Hospital Universitário da Uerj, está sendo estudada a adesão de internos para reforçar o atendimento. (Foto: Divulgação/ Hospital Universitário Pedro Ernesto)

Despreparo para cuidar de crianças

Para a estudante Flavia Rosa da Silva, de 26 anos, que está no segundo ano de residência pediátrica na Universidade Estadual do Rio (Uerj), muitos alunos não saem em condições de lidar com a principal vítima desta epidemia: as crianças. “A gente tem uma formação voltada para clínica geral. Os alunos não fazem acompanhamento das crianças com dengue, não saem preparados para lidar com o problema em crianças, em que os casos são mais graves e requerem acompanhamento constante”, explica.

Ela estava no comitê que, junto à direção do Hospital Universitário Pedro Ernesto, na Tijuca, Zona Norte do Rio, sugeriu um reforço de alunos voluntários no atendimento a crianças vítimas da doença. Os internos passariam por uma espécie de estágio na área de pediatria do hospital da universidade. Marcos Junqueira do Lago, chefe do departamento de pediatria da Uerj, ressalta que, durante o internato, os alunos aprendem a parte clínica, de como a doença se comporta.

Dia-a-dia dos postos serve como aula

Na Universidade Gama Filho, a crise nos postos de saúde do Rio se transformou numa aula sobre a doença. Segundo o coordenador de medicina Dirceu Bellizzi, uma das eletivas oferecidas aos alunos do primeiro período inclui o acompanhamento do dia-a-dia de uma unidade do município, onde os estudantes passam quatro horas por dia durante quatro semanas. Segundo Bellizi, com a epidemia, a procura por essa disciplina cresceu 40%: “Temos uma inserção precoce do aluno na rede do SUS (Sistema Único de Saúde). O objetivo do aluno no posto não é tratar, é ver o que está acontecendo e voltar para aprender”.


Divulgação/ Marco Fernandes - CoordCOM UFRJ
O professor Maulori Cabral, da UFRJ, durante uma palestra sobre a dengue na universidade. (Foto: Divulgação/ Marco Fernandes - CoordCOM UFRJ)
Prática reforçada
O infectologista Edimilson Migowski, do Departamento de Pediatria da UFRJ, diz não ver falhas na formação dos futuros médicos, que para ele pode ser reforçada pela prática nesses tempos de surtos da doença. A universidade organizou eventos para orientar a comunidade acadêmica no combate à dengue, com a realização de palestras de professores.“A gente tem tratado isso há muito tempo. Os estudantes atendem pacientes com dengue e, quando há uma epidemia, têm formação prática e teórica”.

Letícia Hastenreiter, de 24 anos, aluna do 11° período de medicina da UFRJ, conta que sente falta de um aprendizado mais direcionado para a doença na parte teórica.
“A gente aprende sobre a dengue, mas como a gente aprende sobre outras doenças infecciosas. Não há um aprendizado direcionado”, diz Letícia, que vai escolher pediatria.

Médicos passam por treinamento

Os males causados pelo mosquito Aedes aegypti, no entanto, são um desafio também fora das salas de aula. Os médicos importados de outros estados para reforçar o socorro à população – até terça-feira(8), 95 já embarcaram em terras cariocas – tiveram que passar por um curso em que aprenderam o protocolo de atendimento. Eles foram orientados, por exemplo, a oferecer soro e fazer exame de sangue em todos os pacientes que apresentam os sintomas da dengue. Os pacientes que estiverem com baixo número de plaquetas devem ser encaminhados para internação. Os demais são orientados a retornar em 24 horas para novo exame.

MAS....

Vamos ver "coisas" boas , né....rsrsrs
Essa aí,por exemplo, é ótemaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii





sexta-feira, 4 de abril de 2008

MARIDÓN...RSRSSRS


Vejam que coisa linda...rsrs

Casal Ternurinha.....
Ele pode não ser lindo, mas eu soooooooooouuuuuuuuuuuuu
HAhaahahahahaahahaahah
Tadinho...I love My boo