quarta-feira, 19 de setembro de 2007



A menos que você tenha um clone do sexo oposto, é praticamente impossível encontrar alguém que tenha os mesmos gostos que os seus. Portanto, as diferenças sempre vão existir entre um casal, mas isso não significa que os conflitos tenham que ser constantes. Conviver com alguém significa ter que lidar com as diferenças. Não existem no mundo duas pessoas iguais, portanto as diferenças surgem a cada instante", define a psicóloga Sueli Castillo.Segundo a psicóloga e terapeuta de casais Margareth dos Reis, para ter um relacionamento é preciso de jogo de cintura. "Não basta apenas gostar. O amor se completa com sintonia", explica.Segundo Margareth, o que pode impedir uma relação não são as diferenças e sim o egoísmo.
Mas isso também não significa que você precisa fazer tudo o que seu parceiro deseja. "Se submeter apenas às vontades do outro é prejudicial, pode despersonalizar a pessoa", afirma a psicóloga."Os dois precisam ter disposição e saber que vida à dois não significa que é preciso fazer tudo juntos e gostar das mesmas coisas com a mesma intensidade", aconselha Margareth.Para Sueli Castillo, a incompatibilidade surge sempre que entramos em competição. "Deixa de ser uma relação e passa a ser uma disputa: quem vencerá? O futebol ou o cinema? O saudável é perceber que ele pode ir ao futebol e que ela pode ir ao cinema e que ambos também podem ir juntos qualquer que seja a escolha", diz Sueli."Em uma relação o jeito de ser dela não deve se sobrepor ao jeito de ser dele e vice-versa.
O importante é que o casal encontre um jeito deles, um meio termo entre as diferenças de personalidade", completa a psicóloga.Os benefícios das diferenças"Por vezes, casais com personalidades muito diferentes convivem até melhor que casais que acreditam que os gostos são semelhantes.
Tudo vai depender de como eles lidam com isso e qual é a importância que dão ao fato", essa é a opinião de Sueli Castillo.A terapeuta Margareth dos Reis acredita que as diferenças devem ser usadas para enriquecer a relação. E ela lista os pontos positivos:.
- Aprender a respeitar a identidade de cada um;
- Viver novas experiências e, até mesmo, passar a gostar de algo que julgava ruim;
- Aprender a fazer concessões;
- Passar a enxergar além do próprio umbigo.

Hora de dizer chega
Quando as diferenças incomodam além da conta, ao ponto de só haver brigas entre o casal, é hora de reavaliar o relacionamento. "Vale a pena uma vida onde a tristeza é muito maior e a alegria praticamente deixa de existir apenas em nome de estar com alguém?", questiona a psicóloga Sueli Castillo."Se o gosto do outro agride demais, é preciso repensar na relação. Acreditar que com a convivência pode mudar o parceiro é uma fantasia que causa frustrações. O melhor é olhar para outros horizontes", aconselha Margareth dos Reis.


Achei interessante e resolvi tb compartilhar.
Fonte: site Terra

2 comentários:

Lucia Stevenson disse...

Eu de jeito nenhum conseguiria aturar um parceiro igual a mim. Tenho certeza de que nossas diferencas sao as que mantem nosso relacionamente sao e completo. Concordo mesmo com o dizer: "Os opostos se atraem".

Lucia Stevenson disse...

Seu novo visual esta lindo de morrer! Ve se aparece mais aqui e boa sorte com a cirurgia. Espero que tudo corra bem. Bjos