domingo, 23 de setembro de 2007

CONTAGEM REGRESSIVA DUPLA...RSRS


Faltam exatamente 5 dias pra minha cirurgia...aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
A gente avi ficando nervoso, ansioso, já comi todas as minhas unhas!!!
Uma amiga disse que é pra eu comer mesmo, porque depois nem as pobres unhas poderei comer....haahahaahahaahaah
Mas é isso...tô aqui em compasso de espera, nesse meio tempo tô arrumando coisas pro meu brechó-ateliê que vou abrir dia 20 de outubro, ou seja: nova fase de vida, muitas mudanças, tudo se renovando...
Amigas me ajudaram muito, me arrumaram coisas bem legais que pedi em doação pois não tenho dinheiro vivo pra começar, fui na casa de vovó e arrematei umas coisas tb, tô pegando tudoooooo...rsrsssrrsrsrsrsr
Meu canto tá ficando maneiro, quando estiver em ponto de bala coloco fotos aqui...
Tô querendo fazer um open house (pois vai ser na minha casa mesmo) bem legal, com música legal, pessoas legais, comidinhas, bebidinhas, que só ficarei olhando, né...rsrs
Mas tô feliz de iniciar uma nova fase, vou sofrer agora no início, mas sei que faz parte de tudo que vem pela frente...
A gente se fala!
Bjos pra todos!

quarta-feira, 19 de setembro de 2007



A menos que você tenha um clone do sexo oposto, é praticamente impossível encontrar alguém que tenha os mesmos gostos que os seus. Portanto, as diferenças sempre vão existir entre um casal, mas isso não significa que os conflitos tenham que ser constantes. Conviver com alguém significa ter que lidar com as diferenças. Não existem no mundo duas pessoas iguais, portanto as diferenças surgem a cada instante", define a psicóloga Sueli Castillo.Segundo a psicóloga e terapeuta de casais Margareth dos Reis, para ter um relacionamento é preciso de jogo de cintura. "Não basta apenas gostar. O amor se completa com sintonia", explica.Segundo Margareth, o que pode impedir uma relação não são as diferenças e sim o egoísmo.
Mas isso também não significa que você precisa fazer tudo o que seu parceiro deseja. "Se submeter apenas às vontades do outro é prejudicial, pode despersonalizar a pessoa", afirma a psicóloga."Os dois precisam ter disposição e saber que vida à dois não significa que é preciso fazer tudo juntos e gostar das mesmas coisas com a mesma intensidade", aconselha Margareth.Para Sueli Castillo, a incompatibilidade surge sempre que entramos em competição. "Deixa de ser uma relação e passa a ser uma disputa: quem vencerá? O futebol ou o cinema? O saudável é perceber que ele pode ir ao futebol e que ela pode ir ao cinema e que ambos também podem ir juntos qualquer que seja a escolha", diz Sueli."Em uma relação o jeito de ser dela não deve se sobrepor ao jeito de ser dele e vice-versa.
O importante é que o casal encontre um jeito deles, um meio termo entre as diferenças de personalidade", completa a psicóloga.Os benefícios das diferenças"Por vezes, casais com personalidades muito diferentes convivem até melhor que casais que acreditam que os gostos são semelhantes.
Tudo vai depender de como eles lidam com isso e qual é a importância que dão ao fato", essa é a opinião de Sueli Castillo.A terapeuta Margareth dos Reis acredita que as diferenças devem ser usadas para enriquecer a relação. E ela lista os pontos positivos:.
- Aprender a respeitar a identidade de cada um;
- Viver novas experiências e, até mesmo, passar a gostar de algo que julgava ruim;
- Aprender a fazer concessões;
- Passar a enxergar além do próprio umbigo.

Hora de dizer chega
Quando as diferenças incomodam além da conta, ao ponto de só haver brigas entre o casal, é hora de reavaliar o relacionamento. "Vale a pena uma vida onde a tristeza é muito maior e a alegria praticamente deixa de existir apenas em nome de estar com alguém?", questiona a psicóloga Sueli Castillo."Se o gosto do outro agride demais, é preciso repensar na relação. Acreditar que com a convivência pode mudar o parceiro é uma fantasia que causa frustrações. O melhor é olhar para outros horizontes", aconselha Margareth dos Reis.


Achei interessante e resolvi tb compartilhar.
Fonte: site Terra

O AMOR NO MUNDO MODERNO



Eles permitem-se mais de um relacionamento amoroso simultâneo, não vêem o sexo como a base de uma relação, seguem o impulso natural do ser humano de se relacionar com várias pessoas ao mesmo tempo e não sentem ciúme.
Se você acha que esta descrição parece mais um roteiro de comédia romântica se enganou. Trata-se de uma real e diferente maneira de amar chamada de "poliamor", que descreve relações amorosas que recusam a monogamia como princípio ou necessidade. A advogada Lindsay Sallete Custódio, 27 anos, afirma ser uma poliamorista assumida, já que sempre foi contrária à monagamia. De acordo com ela, uma só pessoa não é capaz de complementar a outra em todos os aspectos e nem pode ser obrigada a carregar esta responsabilidade ao longo da vida."Já permiti que um ex-namorado tivesse um relacionamento com outra pessoa. Também não me incomodaria, nem me sentiria culpada, em conhecer outra pessoa, assim como adoraria que aceitassem o fato de eu poder me relacionar com mais de uma pessoa ao mesmo tempo", conta a advogada. "Sei que a maioria das pessoas não aceita este tipo de comportamento, seja por razões religiosas ou devido à errônea crença de que amor requer exclusividade", acrescenta.
Segundo a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro A Cama na Varanda, que possui um capítulo dedicado especialmente ao sentimento poliamorista, o amor romântico, calcado na idealização de que uma pessoa pode completar outra e que os dois parceiros vão se transformar numa só pessoa, está saindo de cena e levando com ele a exigência de exclusividade, resultando no chamado poliamor.Regina explica que os poliamoristas argumentam que não se trata de procurar obsessivamente novas relações pelo fato de ter essa possibilidade sempre em aberto, mas sim de viver naturalmente tendo essa liberdade em mente. "Para eles, o poliamor pressupõe uma total honestidade dentro da relação", conta a psicanalista e sexóloga.
Para o músico Ernesto* (que não quis revelar seu nome verdadeiro), 28 anos, o poliamor é um treinamento para liquidar o ciúme possessivo. "É uma alternativa de relacionamento diante dos padrões que ainda seguimos", declara o músico.Casado há três anos e três meses, Ernesto* conta que apesar de ter muita simpatia por este tipo de relacionamento e de conversar exaustivamente com a sua mulher sobre o assunto, eles ainda não conseguiram se tornar um casal "poliamorista praticante", embora julguem ter uma liberdade bem maior do que os casais tradicionais."
A maior vantagem do poliamor é a sinceridade. Ser sincero com você mesmo e com seu parceiro. As pessoas se dividem em dois grupos: as que traem e as que não traem mas sentem vontade. No primeiro caso, você está mentindo para a pessoa com quem deveria ser o mais leal possível. No segundo caso, você está sendo desleal com você mesmo. Se você ama uma pessoa incondicionalmente, quer que ela seja feliz", diz Ernesto*.
O escritor e consultor de Recursos Humanos Igor Rafailov concorda que no casal poliamorista há mais negociação e cumplicidade. "O amor não necessita ser monopolizado na monogamia. No poliamor você tem clareza dos sentimentos, paz de espírito afetivo e está longe da solidão sempre, além de reduzir as frustrações e magoas nas relações", comenta Rafailov.
A escritora Regina Navarro Lins conta que o poliamor existe como movimento organizado nos Estados Unidos há mais de 20 anos. Ela ainda explica que em novembro de 2005 foi realizada a Primeira Conferência Internacional sobre Poliamor em Hamburgo, Alemanha.Segundo Regina, um dos principais motivos para que o poliamor ganhe cada vez mais adeptos é porque um amor baseado na amizade e no companheirismo está surgindo, além de que a cada dia há menos idealização do outro e você pode se relacionar com a pessoa do jeito que ela é. "Sem a idéia de encontrar alguém que te complete, abre-se um espaço para outros tipos de relacionamento, com a possibilidade de se amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo", enfatiza Regina.



fonte: site Terra.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

UM DIA PASSA...


Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar
Te vejo sonhando e isso dá medo
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Se não souber voltar, ao menos mande notícias
'Cê acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar
Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estanteT
ô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver
Só por hoje não vou tomar a minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passar
Pitty